segunda-feira, 29 de junho de 2020

Livro de Ieda Dias da Silva - O Barquinho Amarelo

"A pedido... Aqui está o livro O Barquinho Amarelo (edição 1978), acredito que ele fez parte da alfabetização da grande maioria do grupo (pelo menos os acima de trinta ou mais kkk). Ganhei esse grande presente da Professora Neili Fucina, a quem tenho muito carinho e sou muito grata...
Entre outros, o livro foi um instrumento de pesquisa documental, tendo como foco a cultura material escolar na escrita do meu TCC no ano de 2007 “MEMÓRIA E CULTURA ESCOLAR: A TRAJETÓRIA DE UMA PROFESSORA ALFABETIZADORA” e tinha como objetivo reconstruir as práticas pedagógicas da professora Neili Riboli Fucina, na Escola Básica Professora Jurema Savi Milanez, da cidade de Quilombo S/C, a partir da sua história de vida, focando principalmente suas memórias na condição de aluna e de professora.
O acervo particular da professora contribui significativamente para o desenvolvimento de toda pesquisa. Este estudo teve como finalidade deixar um tributo importante para a história da educação da cidade de Quilombo e, consequentemente, para a história da educação de Santa Catarina. Trabalhar com a memória docente e com a cultura material escolar nos possibilita compreender e problematizar as práticas pedagógicas construídas historicamente"

Extraído do facebook

Festas Juninas e Arraiá On - line

Festas juninas

Sua origem é pagã, antes da Idade Média (época em que existiu o feudalismo, as relações de suserania e vassalagem, as Cruzadas, as ordens de cavalaria e a Peste Negra. O feudalismo foi o sistema pelo qual as terras dos reis foram dividas em feudos, nos quais trabalhavam os servos para seus senhores.) as celebrações anunciavam o solstício (solstício ocorre em dois momentos do ano, marcando o início do inverno e do verão ) de verão e inverno e homenageavam os Deuses da natureza e da fertilidade.

A igreja aderiu as festas atribuindo a ela caráter religioso, uma vez que, não conseguia acabar com sua popularidade.

Em Portugal a festa acontece na cidade do porto e atrai milhares de festeiros.
Adivinhem quem trouxe as festas para o Brasil?

_ Os portugueses no período colonial.

Aqui a festa sofreu diversas influências das culturas africanas e indígenas e tem características peculiares, conforme a região.

As festas caipiras são parte da cultura da região Nordeste onde acontece a maior festa de São João do mundo, em Campina Grande, na Paraíba.

Características: Incluem símbolos, comidas típicas, os balões, a fogueira, as brincadeiras, as roupas...
Comidas:  o milho é importante e pode faltar nesta comemoração, cachorro quente, bolo, pipoca, paçoca, canjica, pamonha, canjica, arroz doce, cuscuz, tapioca....
Bebidas: quentão, chá do amor e vinho.
Danças:  A quadrilha(originária das danças de salão da França) e o forró.
Na festa pagã: A fogueira representava o espanto aos maus espíritos.
Na festa católica:  Cada santo tem uma fogueira diferente: Santo Antonio (quadrada); São João ( redonda); São Pedro (triangular);
Brincadeiras: Cadeia, pau de sebo, pescaria, correio elegante, saltar a fogueira, tiro ao alvo, jogo de argolas, acerte a boca do palhaço, corrida de saco, rabo do burro, chapéu do caipira.
Roupas:  coloridas com estampas florais e xadrez.

São João segundo a história bíblica, participou do batizado de Jesus, às margens do rio Jordão. Por isso, o dia do santo é comemorado em 24 de junho.

Aqui no Sul, recebemos grande influência dos povos europeus na festa.
Pau de fitas - pau de três metros onde são alternadas fitas coloridas seguradas pelos dançarinos e que formam desenhos em torno do mastro através da dança.
Chimarrita e chula também são tradicionais da festa.
Cuca, pão de milho e ambrosia foram introduzidos a comilança.

Vamos as fotos do nosso arraiá online























Matheus Benedix

  Família e escola uma parceria perfeita. Tenho alunos encantadores, responsáveis e surpreendentes. O aluno Matheus Benedix é exemplo de su...